Thoughtography, also called projected thermography, psychic photography, nengraphy or nensha (Japanese: 念写), is the claimed ability to "burn" images from one's mind onto such surfaces as photographic film by psychic means. While the term "thoughtography" has been in the English lexicon since 1913, the more recent term "projected thermography" is a neologism originating from the 2002 U.S. remake of Ring/The Ring
Thoughtography (also known as psychic photography) first emerged in the late 19th century due to the influence of spirit photography. Thoughtography has no connection with Spiritualism, which distinguishes it from spirit photography. One of the first books to mention "psychic photography" was the book The New Photography (1896) by Arthur Brunel Chatwood. In the book Chatwood described experiments where the "image of objects on the retina of the human eye might so affect it that a photograph could be produced by looking at a sensitive plate." The book was criticized in a review in Nature.
Me larga, não enche
Você não entende nada e eu não vou te fazer entender
Me encara de frente:
É que você nunca quis ver, não vai querer, não quer ver
Meu lado, meu jeito,
O que eu herdei de minha gente e nunca posso perder
Me larga, não enche,
Me deixa viver, me deixa viver, me deixa viver, me deixa viver
Cuidado, oxente!
Está no meu querer poder fazer você desabar
Do salto. Nem tente
Manter as coisas como estão porque não dá, não vai dar.
Quadrada, demente,
A melodia do meu samba põe você no lugar
Me larga, não enche
Me deixa cantar, me deixa cantar, me deixa cantar, me deixa cantar
Eu vou
Clarificar
A minha voz
Gritando: nada mais de nós!
Mando meu bando anunciar:
Vou me livrar de você.
Harpia, aranha,
Sabedoria de rapina e de enredar, de enredar
Perua, piranha
Minha energia é que mantém você suspensa no ar
Pra rua!, se manda,
Sai do meu sangue, sanguessuga, que só sabe sugar
Pirata, malandra,
Me deixa gozar, me deixa gozar, me deixa gozar, me deixa gozar
Vagaba, vampira,
O velho esquema desmorona desta vez pra valer
Tarada, mesquinha,
Pensa que é a dona e eu lhe pergunto: quem te deu tanto axé?
À toa, vadia,
Começa uma outra história aqui na luz deste dia D:
Na boa, na minha,
Eu vou viver dez,
Eu vou viver cem,
Eu vou viver mil,
Eu vou viver sem você.