Bagert is a French commune in the department of Ariège in the Midi-Pyrénées region of south-western France.
The inhabitants of the commune are known as Bagertois or Bagertoises.
The commune is situated in the former province of Volvestre some 16 km (9.9 mi) north-west of Saint-Girons and 6 km north of Mercenac. Access to the commune is by the D335 road which branches off the D35 east of Betchat and passes through the heart of the commune then continues south-east to join the D3. The commune is predominantly forest with some farmland.
The Ruisseau de Sournet forms the northern border of the commune as it flows west then north to join the Lens. The Ruisseau de Belloc forms part of the south-eastern border of the commune then flows north-west through the south of the commune to eventually join the Lens.
List of Successive Mayors
(Not all data is known)
In 2010 the commune had 59 inhabitants. The evolution of the number of inhabitants is known from the population censuses conducted in the commune since 1793. From the 21st century, a census of communes with fewer than 10,000 inhabitants is held every five years, unlike larger communes that have a sample survey every year.
Tudo começou quando eu nasci
Foi no centro de São Paulo, não foi no Morumbi
Cercado de carros por todos os lados
De executivos e desempregados
Mulheres bonitas, mulheres sem graça
Eu já nasci respirando fumaça
E fui pra casa aprender a primeira lição
Que para conseguir alguma coisa por aqui
É preciso ter dinheiro e saber se vestir
Ter um bom vocabulário e sempre seguir
O poder judiciário e as leis desse país
É por isso que eu canto, por mim e por vocês
Cantamos todos juntos de uma só vez...
Always together, living together, living on my own
E nós nos informamos rádio, tv, jornal
Internet, revistas e achamos legal
Viver para sempre nesse mundo artificial
Feito de palavras que eu não escrevi
Feito de imagens que são apenas bits
Gastando o tempo da minha vida com uma pura ilusão
E cada vez mais eu começo a enxergar
O destino de nós, Homens, e onde vamos parar
Escravos de máquinas e frios de coração
Sem nossos ancestrais para nos dar as mãos
Always together, living together, living on my own
E quem quiser, que venha comigo, vamos mudar o mundo
E ficar todos unidos, num objetivo comum e diferente desse aqui
Onde o amor e paz possam sempre existir
E a felicidade possa surgir com igualdade para todos nós
Que seja assim até o fim
Always together, living together, livin own my own