Herda 2
Herda 2
Herda 2
BOTUCATU - SP
JANEIRO de 2020
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA
FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA
Botucatu
Janeiro de 2020
ii
iii
COMISSÃO EXAMINADORA
A Família!
A minha amada esposa, sempre doce, Analice. Pelo amor, paciência, força
e cumplicidade, por trazer em seu ventre a mais bela dádiva que Deus
poderia nos dar, a SOFIA, nosso pinguinho que luz, que ainda à caminho,
já nos enche de alegria e esperança, esperança no amanhã, no ser humano,
no mundo, mundo o qual me empenharei ao máximo, para ajudar a torná-lo
cada dia melhor.
Aos meus pais, Neri Vieira da Cunha e Maria Nicen da Cunha, pela
vida, pelo amor e apoio incondicional, pelos exemplos de honra e dignidade,
os quais me conduzem pelas estradas da vida, tenho certeza que sempre me
guiarão ao caminho correto.
Agradecimentos
e Caio Nunes, pela amizade, carinho, vários momentos de muita alegria, pela ajuda,
e principalmente pela gentileza em reprogramar suas atividades nas baias de
experimentação do Biotério no setor de cirurgia afim de que nós pudéssemos utilizá-
las para este projeto.
“Há três caminhos para o fracasso: não ensinar o que se sabe, não
praticar o que se ensina e não perguntar o que se ignora.”
São Beda (672-735 d.C.)
viii
LISTA DE TABELAS
LISTA DE FIGURAS
SUMÁRIO
RESUMO ............................................................................................................... 1
ABSTRACT ............................................................................................................ 2
1 INTRODUÇÃO .................................................................................................... 3
3. OBJETIVO ....................................................................................................... 18
5 RESULTADOS .................................................................................................. 29
6. DISCUSSÃO .................................................................................................... 66
7. CONCLUSÃO .................................................................................................. 70
8 REFERÊNCIAS ................................................................................................ 71
RESUMO
ABSTRACT
With the hypothesis of increased skin degradation in horses with HERDA when
exposed to solar radiation, this study aimed to evaluate the influence of the sun
on the gene expression of collagenases (MMP1, MMP8 and MMP13) on the skin
of affected and normal animals. Twelve horses were used, six in the affected
group (GA) and six normal in the control group (CG). All animals lived in the field
and were submitted to solar radiation restriction and later exposed to the sun.
Skin biopsies of the dorsal and ventral regions of the animals were performed in
six moments: M0, before the sun restriction phase; M1 and M2, at 15 and 30 days
of sun restriction, respectively; M3, M4 and M5 at the end of the 1st, 3rd and 15th
day of exposure to the sun, respectively. With the qPCR technique, the influence
of solar radiation on the gene expression of collagenases in the GA and GC
horses was observed, being that: in M4 there was a significant increase (P <0.05)
in the relative expression of MMP1 in the dorsal skin from both groups, however,
GA expressed more MMP1 in the dorsal region than CG; there was a greater
expression of MMP1 in the dorsal than ventral region in M4 in the two groups;
increased expression of MMP8 in the womb of GA and no significant change in
gene expression of MMP13 in either group. Thus, it is concluded that the affected
animals should be avoided from being exposed to the sun, at least during periods
of higher incidence of solar radiation.
1 INTRODUÇÃO
2 REVISÃO DE LITERATURA
2.3.1 Etiopatogenia
(TRYON; WHITE; BANNASCH, 2007), que por sua vez, leva a um efeito deletério
no metabolismo do colágeno (BÄCHINGER, 1987; STEINMANN; BRUCKNER;
SUPERTI-FURGA, 1991).
Uma das várias funções da CypB é a de isomerização cis-trans dos
resíduos de prolina e estruturação da tripla hélice da molécula de colágeno
(KOIDE; NAGATA, 2005). Foi demonstrado (in vitro) que a atividade PPI da CypB
mutante é normal em células de cavalos afetados, porém a sua interação com
outras proteínas (por exemplo: domínio P da Calreticulina e lisil-hidroxilase I),
que são essenciais para o dobramento e secreção da molécula de colágeno tipo
I, fica diminuída, além de apresentarem menores quantidades de modificações
pós-traducionais dos resíduos de lisina (ISHIKAWA et al., 2012), evento que
supostamente altera a organização do colágeno (KOZLOV et al., 2010).
As fibras de colágeno de áreas afetadas são mais finas, com
fragmentação dos feixes de fibras, separados e com espaços entre os feixes
(WHITE et al., 2004, 2007; BORGES et al., 2005).
Este desarranjo estrutural pode favorecer a ação de metaloproteinases
de matriz (MMP), principalmente as colagenases, sobre o colágeno dérmico. Um
estudo demostrou que a pele de animais afetados por HERDA é mais susceptível
a ação de colagenase que a pele de cavalos normais (RASHMIR-RAVEN et al.,
2015), o que reforça a hipótese de aumento na degradação da matriz extracelular
dérmica por ação de MMP´s. Sabe-se que em humanos a exposição à radiação
solar ocasiona ruptura da matriz extracelular da derme por MMP´s (RITTIÉ;
FISHER, 2002).
2.5 Justificativa
3. OBJETIVO
4 MATERIAIS E MÉTODOS
4.1 Animais
1
MES-100. INSTRUTHERM Instrumentos de Medição Ltda. São Paulo - SP.
20
Foi utilizada biópsia incisional para colheita de pele íntegra (2,0 cm X 1,0
cm) realizadas após sedação dos animais com cloridrato de detomidina2 na dose
de 0,02 mg.kg-1 IV e anestesia local SC com lidocaína 2%3 , em padrão L
invertido, com distancia de cinco cm do ponto de biopsia, foi realizada limpeza
da pele com solução salina, afim de diminuir possíveis contaminantes da
amostras. Todas as amostras foram congeladas imediatamente pós colheita em
2
DormiunV® - AGENER UNIÃO Saúde Animal - São Paulo, SP.
3
Xylestesin®; Cristália, São Paulo, SP.
21
4
SV total RNA Isolation System – PROMEGA Corporation Madison, WI 53711-5399 USA
5
Tissue grinding CKMix50-R - Bertin-technologies, Rockville, MD 20850, USA.
6
Precellys® 24 - Bertin-technologies, Rockville, MD 20850, USA. ,
23
7
Thermo Scientific NanoDrop™ 2000 Spectrophotometer, NanoDrop Technologies, Delaware,
EUA
8
2100 Bioanalyzer Instrument – Agilent Technologies, Inc. Santa Clara, CA 95051, USA.
24
9
ImProm-II™ Reverse Transcription System - Promega Corporation. Madison, WI 53711-5399
USA.
25
Tabela 2. Sequência dos conjuntos de primers dos genes alvo (MMP1, MMP8 e
MMP13 equino) e endógenos (β-actina e GAPDH equina) utilizados na reação
de qPCR. O número de acesso corresponde a sequência do RNAm para os
respectivos genes no banco de dados do NCBI.
Nº acesso NCBI Nome do primer Sequência gênica (5'->3') Produto
(pb)
NM_001081847.2 MMP1 Foward GAACACACACCTGACCTACAG 108
MMP1 Reverse GGTGAGACATTACTCCAGAGTTG
XM_005611538.2 (x1) e MMP8 Foward CCTTTCCAGTACCTCCTGAATC 121
XM_001498836.3 (x2) MMP8 Reverse CTAGTGCTGTTCTTCCTTGC
NM_001081804.1 MMP13 Foward GGAGATGAAGACCCGAACCC 207
MMP13 Reverse GGCAGCATCAATACGGTTGG
NM_001081838.1 β-actina Foward GCACCACACCTTCTACAACG 113
β-actina Reverse ACATGATCTGGGTCATCTTC
NM_001163856.1 GAPDH Foward ACATCATCCCTGCTTCTACTG 180
GAPDH Reverse CCTGCTTCACCACCTTCTTG
10
Gotaq® PCR Master Mix - Promega Corporation, Madison, WI 53711 USA.
11
Major Science, Saratoga, CA, USA.
12
Biotium, Halward, CA, USA.
13
Mini Sizer 50BP DNA Ladder – NORGEN Biotek Corp. Thorold, ON, Canada.
14
NucleoSpin® Gel and PCR clean-up - Macherey-Nagel®, Duren, Alemanha.
15
BigDye® Terminator v3.1 Cycle Sequencing Kit - Life Technologies, Carlsbad, Califórnia, EUA.
16
ABI 3500 Applied Biosystems - Foster City, Califórnia, EUA.
27
17
MEGA - Molecular Evolutionary Genetics Analysis. Institute of Molecular Evolutionary Genetics
The Pennsylvania State University University Park, PA 16802 USA.
28
volume final para reação. Para todos os alvos e cada diluição utilizou-se três
replicas técnicas. As condições das reações foram: 95ºC por 10 minutos para
desnaturação inicial seguido de 40 ciclos de: 95ºC por 15 segundos, 60ºC
durante 60 segundos para amplificação, seguido da curva de dissociação.
18
Applied BiosystemsTM - California 94404, USA.
19
Gotaq® qPCR Master Mix - Promega Corporation, Madison, WI 53711 USA.
29
5 RESULTADOS
20
GraphPad Prism® 7.00 - GraphPad Software, Inc. San Diego, CA 92108, USA.
30
5.3.1 MMP1
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 3,67 1,02 28,42 149,23 3,48
1,0 0,48 0,33 2,51 16,56 1,31
2-(∆∆cT)
1,0 2,12 0,1 15,21 63,4 1,89
(valores individuais)
1,0 0,7 0,57 3,4 14,64 0,97
1,0 8,79 9,01 1,29 29,48 4,52
Média 1,0a 3,152a 2,206a 10,17a 54,66b 2,434a
DP 0 3,40 3,81 11,64 56,36 1,51
_____________________
ab
Letras sobrescritas nas médias representam diferenças estatísticas entre os momentos
(P<0,05).
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 0,107 0,078 3,785 0,973 3,189
1,0 0,673 2,428 19,534 1,187 4,785
2-(∆∆cT)
1,0 0,321 3,562 7,107 0,722 2,333
(valores individuais)
1,0 0,45 1,541 0,319 1,381 1,497
1,0 0,189 15,415 0,763 3,453 4,884
Média 1,0a 0,348a 4,605ab 6,302ab 1,543ab 3,338b
DP 0 0,22 6,17 7,88 1,09 1,49
_____________________
ab
Letras sobrescritas nas médias representam diferenças estatísticas entre os momentos
(P<0,05).
40
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 0,11 0,055 0,526 7,175 2,713
1,0 2,905 0,813 2,047 13,887 1,986
2-(∆∆cT)
1,0 2,305 3,509 1,47 43,491 4,119
(valores individuais)
1,0 0,103 0,371 0,72 1,395 0,201
1,0 12,721 14,699 35,577 82,661 9,618
Média 1,0ab 3,629a 3,889a 8,068ab 29,72b 3,727a
DP 0 5,238 6,19 15,39 33,74 3,58
_____________________
ab
Letras sobrescritas nas médias representam diferenças estatísticas entre os momentos
(P<0,05).
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 3,334 5,031 5,751 7,51 23,111
1,0 2,91 1,382 9,871 4,006 12,199
2-(∆∆cT)
1,0 1,024 7,715 5,629 8,4 33,804
(valores individuais)
1,0 0,381 2,17 0,187 0,905 0,873
1,0 3,461 54,544 30,062 5,422 3,238
Média 1,0 2,222 14,17 10,3 5,249 14,65
DP 0 1,42 22,71 11,57 2,979 13,82
_____________________
ab
Letras sobrescritas nas médias representam diferenças estatísticas entre os momentos
(P<0,05).
41
Tabela 8. Expressão gênica de MMP1 das amostras de dorso e ventre do GA, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média de dorso foi considerada como
controle e recebeu o valor relativo de 1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Região Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre
1,0 15,143 1,0 0,442 1,0 1,16 1,0 2,017 1,0 0,099 1,0 13,886
1,0 0,175 1,0 0,245 1,0 1,308 1,0 1,366 1,0 0,013 1,0 0,639
2-(∆∆cT)
1,0 1,713 1,0 0,259 1,0 58,489 1,0 0,801 1,0 0,02 1,0 2,117
(valores individuais)
1,0 1,763 1,0 1,13 1,0 4,778 1,0 0,165 1,0 0,166 1,0 2,707
1,0 0,746 1,0 0,016 1,0 1,275 1,0 0,441 1,0 0,087 1,0 0,805
a b
Média 1,0 3,908 1,0 0,418 1,0 13,4 1,0 0,958 1,0 0,077 1,0 4,031
DP 0 6,31 0 0,42 0 25,25 0 0,74 0 0,062 0 5,57
_____________________
ab
Letras sobrescritas nas médias representam diferenças estatísticas entre as regiões, em cada momento (P<0,05).
43
Tabela 9. Expressão gênica de MMP1 das amostras de dorso e ventre do GC, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média de dorso foi considerada como
controle e recebeu o valor relativo de 1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Região Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre
1,0 0,057 1,0 1,724 1,0 5,152 1,0 0,619 1,0 0,059 1,0 0,483
1,0 1,196 1,0 1,198 1,0 2,033 1,0 5,769 1,0 0,345 1,0 7,349
2-(∆∆cT)
1,0 0,484 1,0 0,215 1,0 1,064 1,0 1,853 1,0 0,093 1,0 3,971
(valores individuais)
1,0 0,574 1,0 2,132 1,0 3,353 1,0 0,149 1,0 0,372 1,0 2,49
1,0 1,097 1,0 0,299 1,0 4,07 1,0 0,927 1,0 0,072 1,0 0,369
Média 1,0 0,681 1,0 1,114 1,0 3,134 1,0 1,863 1,0a 0,1882b 1,0 2,932
DP 0 0,46 0 0,84 0 1,62 0 2,27 0 0,15 0 2,88
_____________________
ab
Letras sobrescritas nas médias representam diferenças estatísticas entre as regiões, em cada momento (P<0,05).
44
Tabela 10. Expressão gênica de MMP1 das amostras de dorso do GA e GC, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média do GC recebeu o valor relativo de
1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente, em cada momento.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Grupo GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA
1,0 0,097 1,0 3,233 1,0 1,784 1,0 5,209 1,0 2,007 1,0 0,124
1,0 2,704 1,0 0,448 1,0 1,083 1,0 3,315 1,0 3,224 1,0 1,788
2-(∆∆cT)
1,0 0,871 1,0 0,802 1,0 0,026 1,0 9,009 1,0 1,269 1,0 0,399
(valores individuais)
1,0 0,143 1,0 0,975 1,0 0,218 1,0 0,673 1,0 1,495 1,0 0,691
1,0 5,039 1,0 3,483 1,0 3,089 1,0 0,183 1,0 1,797 1,0 2,369
Média 1,0 1,771 1,0 1,788 1,0 1,24 1,0 3,678 1,0a 1,958b 1,0 1,074
DP 0 2,11 0 1,44 0 1,25 0 3,61 0 0,76 0 0,96
_____________________
ab
Letras sobrescritas nas médias representam diferenças estatísticas entre os grupos, em cada momento (P<0,05).
46
Tabela 11. Expressão gênica de MMP1 das amostras de ventre do GA e GC, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média do GC recebeu o valor relativo de
1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente, em cada momento.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Grupo GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA
1,0 25,785 1,0 0,83 1,0 0,402 1,0 16,971 1,0 3,339 1,0 3,558
1,0 0,397 1,0 0,092 1,0 0,697 1,0 0,785 1,0 0,117 1,0 0,156
2-(∆∆cT)
1,0 3,084 1,0 0,967 1,0 1,424 1,0 3,893 1,0 0,265 1,0 0,213
(valores individuais)
1,0 0,438 1,0 0,517 1,0 0,311 1,0 0,749 1,0 0,668 1,0 0,751
1,0 3,425 1,0 0,187 1,0 0,968 1,0 0,087 1,0 2,181 1,0 5,166
Média 1,0 6,626 1,0 0,518 1,0 0,760 1,0 4,497 1,0 1,314 1,0 1,969
DP 0 10,8 0 0,38 0 0,45 0 7,12 0 1,39 0 2,26
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas entre os grupos, em nenhum dos momentos (P>0,05).
47
5.3.2 MMP8
Tabela 12. Expressão gênica de MMP8 das amostras de dorso do GA, ao longo
do período experimental. Na parte superior da tabela estão descritos os valores
individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão
relativa calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).
A expressão de M0 foi considerada como controle e recebeu o valor relativo de
1,0 e todos os demais foram calculados proporcionalmente.
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 1,078 1,044 6,444 7,875 0,416
2-(∆∆cT) 1,0 0,795 1,256 0,406 2,659 0,662
(valores individuais) 1,0 0,209 0,06 0,179 0,489 0,44
1,0 0,031 1,116 0,232 0,719 0,515
1,0 1,802 1,195 3,974 18,388 3,31
Média 1,0 0,783 0,934 2,247 6,026 1,069
DP 0 0,71 0,49 2,84 7,52 1,25
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas entre os momentos (P>0,05).
49
Tabela 13. Expressão gênica de MMP8 das amostras de ventre do GA, ao longo
do período experimental. Na parte superior da tabela estão descritos os valores
individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão
relativa calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).
A expressão de M0 foi considerada como controle e recebeu o valor relativo de
1,0 e todos os demais foram calculados proporcionalmente.
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 0,368 0,054 0,809 31,661 0,09
1,0 0,28 0,628 2,196 2,602 0,608
2-(∆∆cT) 1,0 0,085 0,194 1,521 1,126 0,545
(valores individuais)
1,0 0,206 0,969 3,145 0,427 2,04
1,0 0,386 2,431 6,441 1,304 2,959
Média 1,0ac 0,265b 0,855ab 2,822c 7,424abc
1,248abc
DP 0 0,12 0,95 2,19 13,57 1,20
_____________________
ab
Letras sobrescritas nas médias representam diferenças estatísticas entre os momentos
(P<0,05).
Tabela 14. Expressão gênica de MMP8 das amostras de dorso do GC, ao longo
do período experimental. Na parte superior da tabela estão descritos os valores
individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão
relativa calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).
A expressão de M0 foi considerada como controle e recebeu o valor relativo de
1,0 e todos os demais foram calculados proporcionalmente.
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 2,531 0,806 1,084 0,154 0,076
1,0 0,916 1,196 3,437 5,372 2,686
2-(∆∆cT)
1,0 1,412 0,315 7,031 3,431 2,427
(valores individuais)
1,0 0,427 0,199 2,152 0,346 0,436
1,0 10,998 2,546 3,448 10,926 1,257
Média 1,0 3,257 1,012 3,43 4,046 1,376
DP 0 4,39 0,94 2,24 4,42 1,16
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas entre os momentos (P>0,05).
50
Tabela 15. Expressão gênica de MMP8 das amostras de ventre do GC, ao longo
do período experimental. Na parte superior da tabela estão descritos os valores
individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão
relativa calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).
A expressão de M0 foi considerada como controle e recebeu o valor relativo de
1,0 e todos os demais foram calculados proporcionalmente.
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 1,003 0,602 0,404 0,547 0,917
1,0 1,167 1,316 5,314 15,57 0,584
2-(∆∆cT)
1,0 0,494 0,095 1,319 1,722 1,662
(valores individuais)
1,0 0,706 2,082 6,292 0,635 1,009
1,0 1,382 0,411 1,648 3,922 0,294
Média 1,0 0,950 0,901 2,995 4,479 0,893
DP 0 0,35 0,79 2,62 6,34 0,51
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas entre os momentos (P>0,05).
Tabela 16. Expressão gênica de MMP8 das amostras de dorso e ventre do GA, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média de dorso foi considerada como
controle e recebeu o valor relativo de 1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Região Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre
1,0 5,289 1,0 1,807 1,0 0,276 1,0 0,664 1,0 21,265 1,0 1,14
1,0 1,62 1,0 0,571 1,0 0,811 1,0 8,768 1,0 1,585 1,0 1,489
2-(∆∆cT)
1,0 1,106 1,0 0,448 1,0 3,587 1,0 9,386 1,0 2,544 1,0 1,368
(valores individuais)
1,0 0,843 1,0 5,657 1,0 0,732 1,0 11,427 1,0 0,5 1,0 3,337
1,0 1,379 1,0 0,296 1,0 2,804 1,0 2,235 1,0 0,098 1,0 1,232
Média 1,0 2,047 1,0 1,756 1,0 1,642 1,0 6,496 1,0 5,198 1,0 1,713
DP 0 1,83 0 2,26 0 1,45 0 4,74 0 9,03 0 0,91
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas entre as regiões, em cada momento (P>0,05).
52
Tabela 17. Expressão gênica de MMP8 das amostras de dorso e ventre do GC, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média de dorso foi considerada como
controle e recebeu o valor relativo de 1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Região Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre
1,0 0,825 1,0 0,327 1,0 0,616 1,0 0,307 1,0 2,926 1,0 9,929
1,0 1,969 1,0 2,51 1,0 2,166 1,0 3,045 1,0 5,708 1,0 0,428
2-(∆∆cT)
1,0 1,761 1,0 0,616 1,0 0,531 1,0 0,33 1,0 0,884 1,0 1,206
(valores individuais)
1,0 0,637 1,0 1,051 1,0 6,646 1,0 1,862 1,0 1,168 1,0 1,472
1,0 3,688 1,0 0,463 1,0 0,595 1,0 1,763 1,0 1,324 1,0 0,863
Média 1,0 1,776 1,0 0,993 1,0 2,111 1,0 1,461 1,0 2,402 1,0 2,78
DP 0 1,21 0 0,89 0 2,62 0 1,15 0 2,01 0 4,01
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas entre as regiões, em cada momento (P>0,05).
53
Tabela 18. Expressão gênica de MMP8 das amostras de dorso do GA e GC, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média do GC recebeu o valor relativo de
1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente, em cada momento.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Grupo GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA
1,0 0,463 1,0 0,197 1,0 0,599 1,0 2,749 1,0 23,616 1,0 2,525
1,0 2,298 1,0 1,996 1,0 2,412 1,0 0,271 1,0 1,137 1,0 0,566
2-(∆∆cT)
1,0 8,461 1,0 1,253 1,0 1,61 1,0 0,216 1,0 1,207 1,0 1,535
(valores individuais)
1,0 1,251 1,0 0,09 1,0 7 1,0 0,135 1,0 2,6 1,0 1,477
1,0 0,965 1,0 0,158 1,0 0,453 1,0 1,112 1,0 1,624 1,0 2,541
Média 1,0 2,688 1,0 0,738 1,0 2,415 1,0 0,896 1,0 6,037 1,0 1,729
DP 0 3,29 0 0,85 0 2,68 0 1,10 0 9,84 0 0,82
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas entre os grupos, em cada momento (P>0,05).
55
Tabela 19. Expressão gênica de MMP8 das amostras de ventre do GA e GC, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média do GC recebeu o valor relativo de
1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente, em cada momento.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Grupo GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA
1,0 2,967 1,0 1,09 1,0 0,269 1,0 5,937 1,0 171,631 1,0 0,29
1,0 1,89 1,0 0,454 1,0 0,903 1,0 0,781 1,0 0,316 1,0 1,968
2-(∆∆cT)
1,0 5,312 1,0 0,911 1,0 10,868 1,0 6,127 1,0 3,472 1,0 1,741
(valores individuais)
1,0 1,656 1,0 0,484 1,0 0,771 1,0 0,828 1,0 1,112 1,0 3,346
1,0 0,361 1,0 0,101 1,0 2,134 1,0 1,41 1,0 0,12 1,0 3,628
Média 1,0 2,437 1,0 0,608 1,0 2,989 1,0 3,017 1,0 35,33 1,0 2,195
DP 0 1,85 0 0,39 0 4,45 0 2,76 0 76,21 0 1,34
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas entre os grupos, em cada momento (P>0,05).
56
5.3.3 MMP13
Tabela 20. Expressão gênica de MMP13 das amostras de dorso do GA, ao longo
do período experimental. Na parte superior da tabela estão descritos os valores
individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão
relativa calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).
A expressão de M0 foi considerada como controle e recebeu o valor relativo de
1,0 e todos os demais foram calculados proporcionalmente.
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 3,187 1,282 0,851 1,878 0,742
1,0 1,266 1,61 0,992 1,12 1,059
2-(∆∆cT) 1,0 7,408 1,331 1,898 4,107 14,715
(valores individuais)
1,0 1,495 1,901 0,926 0,549 4,11
1,0 2,842 1,042 0,962 2,187 2,211
Média 1,0 3,24 1,433 1,126 1,968 4,567
DP 0 2,47 0,33 0,43 1,35 5,82
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas da expressão média entre os momentos (P>0,05).
58
Tabela 21. Expressão gênica de MMP13 das amostras de ventre do GA, ao longo
do período experimental. Na parte superior da tabela estão descritos os valores
individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão
relativa calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).
A expressão de M0 foi considerada como controle e recebeu o valor relativo de
1,0 e todos os demais foram calculados proporcionalmente.
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 0,214 0,172 0,04 0,032 5,339
1,0 0,316 1,111 6,232 0,544 1,987
2-(∆∆cT)
1,0 0,421 8,555 0,06 0,018 0,247
(valores individuais)
1,0 0,198 5,477 0,252 0,175 0,169
1,0 1,09 2,512 0,618 1,12 26,285
Média 1,0 0,447 3,565 1,44 0,377 6,805
DP 0 0,37 3,45 2,68 0,46 11,09
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas da expressão média entre os momentos (P>0,05).
Tabela 22. Expressão gênica de MMP13 das amostras de dorso do GC, ao longo
do período experimental. Na parte superior da tabela estão descritos os valores
individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão
relativa calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).
A expressão de M0 foi considerada como controle e recebeu o valor relativo de
1,0 e todos os demais foram calculados proporcionalmente.
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 1,637 2,332 0,908 1,116 11,828
1,0 0,483 0,135 0,065 0,156 0,286
2-(∆∆cT) 1,0 18,217 2,919 2,901 9,413 2,945
(valores individuais)
1,0 0,655 0,022 0,081 0,044 0,092
1,0 0,748 1,107 2,251 1,734 1,349
Média 1,0 4,348 1,303 1,241 2,493 3,3
DP 0 7,76 1,29 1,28 3,93 4,9
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas da expressão média entre os momentos (P>0,05).
59
Momentos M0 M1 M2 M3 M4 M5
1,0 0,522 0,574 0,363 0,219 5,466
1,0 0,756 0,603 0,249 0,9 0,22
2-(∆∆cT)
1,0 11,791 7,645 16,092 12,762 10,538
(valores individuais)
1,0 1,785 0,014 0,158 0,21 1,002
1,0 0,454 0,782 1,342 2,215 5,434
Média 1,0 3,062 1,924 3,641 3,261 4,532
DP 0 4,99 3,21 6,97 5,37 4,14
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas da expressão média entre os momentos (P>0,05).
Tabela 24. Expressão gênica de MMP13 das amostras de dorso e ventre do GA, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média de dorso foi considerada como
controle e recebeu o valor relativo de 1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Região Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre
1,0 21,562 1,0 1,449 1,0 2,886 1,0 1,009 1,0 0,372 1,0 155,072
1,0 0,261 1,0 0,065 1,0 0,18 1,0 1,642 1,0 0,127 1,0 0,49
2-(∆∆cT)
1,0 8,711 1,0 0,495 1,0 55,978 1,0 0,275 1,0 0,038 1,0 0,146
(valores individuais)
1,0 2,925 1,0 0,387 1,0 8,425 1,0 0,797 1,0 0,934 1,0 0,12
1,0 0,341 1,0 0,131 1,0 0,823 1,0 0,219 1,0 0,175 1,0 4,058
Média 1,0 6,76 1,0 0,505 1,0 13,66 1,0 0,788 1,0 0,329 1,0 31,98
DP 0 8,95 0 0,55 0 23,88 0 0,58 0 0,35 0 68,83
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas na expressão média entre as regiões, em cada momento (P>0,05).
61
Tabela 25. Expressão gênica de MMP13 das amostras de dorso e ventre do GC, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média de dorso foi considerada como
controle e recebeu o valor relativo de 1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Região Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre Dorso Ventre
1,0 2,011 1,0 0,641 1,0 0,495 1,0 0,804 1,0 0,395 1,0 0,929
1,0 0,437 1,0 0,684 1,0 1,957 1,0 1,68 1,0 2,522 1,0 0,337
2-(∆∆cT)
1,0 0,3 1,0 0,194 1,0 0,787 1,0 1,667 1,0 0,407 1,0 1,075
(valores individuais)
1,0 0,589 1,0 1,605 1,0 0,361 1,0 1,15 1,0 2,799 1,0 6,397
1,0 1,904 1,0 1,154 1,0 1,345 1,0 1,135 1,0 2,432 1,0 7,667
Média 1,0 1,048 1,0 0,855 1,0 0,989 1,0 1,287 1,0 1,711 1,0 3,281
DP 0 0,83 0 0,53 0 0,66 0 0,37 0 1,20 0 3,46
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas na expressão média entre as regiões, em cada momento (P>0,05).
62
Tabela 26. Expressão gênica de MMP13 das amostras de dorso do GA e GC, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001). A expressão média do GC recebeu o valor relativo de
1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente, em cada momento.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Grupo GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA
1,0 0,895 1,0 1,742 1,0 0,492 1,0 0,838 1,0 1,505 1,0 0,056
1,0 0,451 1,0 1,183 1,0 5,4 1,0 6,903 1,0 3,24 1,0 1,673
2-(∆∆cT)
1,0 0,605 1,0 0,246 1,0 0,276 1,0 0,396 1,0 0,264 1,0 3,024
(valores individuais)
1,0 0,143 1,0 0,327 1,0 12,122 1,0 1,646 1,0 1,779 1,0 6,385
1,0 1,507 1,0 5,727 1,0 1,419 1,0 0,644 1,0 1,902 1,0 2,47
Média 1,0 0,720 1,0 1,845 1,0 3,942 1,0 2,085 1,0 1,738 1,0 2,722
DP 0 0,51 0 2,25 0 5,01 0 2,73 0 1,06 0 2,33
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas na expressão média entre os grupos, em cada momento (P>0,05).
64
Tabela 27. Expressão gênica de MMP13 das amostras de ventre do GA e GC, ao longo do período experimental. Na parte
superior da tabela estão descritos os valores individuais e abaixo estão as médias ± desvios padrão (DP) da expressão relativa
calculada pela equação 2-(∆∆cT), segundo LIVAK & SCHMITTGEN (2001).A expressão média do GC recebeu o valor relativo de
1,0 e a do ventre calculada proporcionalmente, em cada momento.
Momento M0 M0 M1 M1 M2 M2 M3 M3 M4 M4 M5 M5
Grupo GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA GC GA
1,0 9,591 1,0 3,94 1,0 2,868 1,0 1,053 1,0 1,416 1,0 9,369
1,0 0,27 1,0 0,113 1,0 0,498 1,0 6,746 1,0 0,163 1,0 2,433
2-(∆∆cT)
1,0 17,544 1,0 0,626 1,0 19,631 1,0 0,065 1,0 0,025 1,0 0,411
(valores individuais)
1,0 0,712 1,0 0,079 1,0 283,005 1,0 1,14 1,0 0,593 1,0 0,12
1,0 0,27 1,0 0,649 1,0 0,868 1,0 0,124 1,0 0,137 1,0 1,308
Média 1,0 5,677 1,0 1,081 1,0 61,37 1,0 1,826 1,0 0,466 1,0 2,728
DP 0 7,73 0 1,62 0 124,1 0 2,79 0 0,57 0 3,82
_____________________
Não houveram diferenças estatísticas na expressão média entre os grupos, em cada momento (P>0,05).
65
6. DISCUSSÃO
7. CONCLUSÃO
8 REFERÊNCIAS
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82
9 ARTIGO CIENTÍFICO
Trabalho a ser enviado para a revista " Veterinary Dermatology ", cujas
RESUMO
Introdução: Astenia cutânea regional hereditária equina é uma afecção genética,
autossômica recessiva em cavalos da raça quarto de milha, caracterizada por
animais de pele frágil, hiperextensivel que lacera facilmente, os animais
apresentam feridas cutâneas, principalmente na região dorsal do corpo. É
causada por uma mutação no gene que codifica a Ciclofilina B, ocasionando
anormalidades na síntese de colágeno nos animais afetados.
INTRODUÇÃO
MATERIAIS E MÉTODOS
Animais e delineamento experimental
Esta pesquisa foi previamente aprovada pela Comissão de Ética no Uso de
Animais (CEUA) da FMVZ, UNESP – Campus de Botucatu sob o protocolo n°
0026/2017.
Foram utilizados 10 equinos da raça Quarto de Milha (QM), duas fêmeas
e oito machos, com peso médio de 331,4±51,3 Kg, divididos e dois grupos
experimentais: Grupo afetado (GA) contendo cinco animais (quatro machos e
uma fêmea) com peso médio de 333,17±53,49Kg, clinicamente afetados e
positivos para o teste genético ( TRYON; WHITE; BANNASCH, 2007); Grupo
Controle (GC) com cinco animais (quatro machos e uma fêmea) hígidos, não
86
animais, para observar a quantidade de radiação que cada região foi exposta.
87
- AGENER UNIÃO Saúde Animal - São Paulo, SP.) na dose de 0,02 mg.kg-1 IV
e anestesia local da pele com lidocaína 2%( Xylestesin®; Cristália, São Paulo,
SP ). Todas as amostras foram congeladas imediatamente pós colheita em
nitrogênio líquido e, em seguida, armazenadas a - 80 ºC para os testes
moleculares.
Tabela 1. Sequência dos conjuntos de primers dos genes alvo (MMP1, MMP8 e
MMP13 equino) e endógeno (β-actina equina) utilizados na reação de qPCR. O
número de acesso corresponde a sequência do RNAm para os respectivos
genes no banco de dados do NCBI.
equina foi utilizado como gene endógeno e o ∆cT das amostras de dorso no M0
como referência para se obter o ∆∆cT utilizado na equação 2-ΔΔCt. Todas as
amostras foram analisadas em triplicatas no equipamento 7500 FAST Real Time
System (Applied BiosystemsTM - California 94404, USA), em cada placa utilizou-
se amostra positiva (cDNA utilizado nas curvas padrão de eficiência) e um
controle negativo sem cDNA (no template) para cada conjunto de primers.
Para as reações de qPCR foi utilizado kit comercial Gotaq® qPCR Master
Mix (Promega Corporation, Madison, WI 53711 USA). Para tal, foram utilizados
02µL de cDNA, 300nM de primers foward e reverse do gene alvo MMP1 e
endógeno β-actina, 400nM de cada iniciador (foward e reverse) para os genes
alvos MMP8 e MMP13; 10µL de Gotaq® qPCR master mix e H2O NF qsp para
20µL de volume final para reação. As condições das reações foram: 95ºC por 10
minutos para desnaturação inicial seguido de 40 ciclos de: 95ºC por 15
segundos, 60ºC durante 60 segundos para amplificação, seguido da curva de
dissociação.
Análise estatística
RESULTADOS
Durante a fase de restrição foi possível manter os animais em ambiente
fechado, totalmente protegidos de radiação solar, monitorada constantemente,
e na fase de exposição foi possível observar diferença de significativa (P<0,05)
na quantidade de radiação solar que as regiões de dorso e ventre dos animais
foram expostas, conforme demonstrado na Figura 2, sendo que região dorsal no
GA recebeu oito vezes mais radiação que a região ventral (P<0,05) em M3, e 11
vezes mais (P<0,01) em M4. No GC também houve exposição oito vezes maior
da região dorsal em M3 (p<0,05) e 10 vezes maior em M4 (P<0,001).
As técnicas de colheita, preparação e extração do RNA das amostras de
pele permitiu amostragem homogênea entre os grupos, pois não houve diferença
significativa (P>0,05) entre as concentrações de RNA total e relações de
absorbância das amostras entre GA e GC (Figura 3).
DISCUSSÃO
Não foi encontrado na literatura consultada, até o momento, trabalhos
que avaliassem os efeitos da radiação solar natural na pele de equinos. Desde
a década de 90, pesquisadores avaliam os efeitos da radiação ultra violeta (UV)
artificial na pele de humanos, e já foi caracterizado que quantidades de raios UV
equivalentes a uma exposição de 5 a 15 minutos ao sol do meio dia foram
suficientes para causar uma MED (Minimal Erythema Doses) e aumentar a
expressão gênica de MMP1 em até quatro vezes, além de degradar colágeno
tipo I na pele de humanos, 24 horas após a exposição (FISHER et al., 1997).
Outros pesquisadores observaram que um MED foi necessário para induzir a
expressão de MMP1 na pele de humanos, todavia, foram necessários dois MED
para que a expressão desta colagenase chegasse ao pico (LAHMANN et al.,
2001). Neste trabalho, observamos que o pico da expressão da MMP1 na pele
de equinos ocorreu no terceiro dia de exposição à radiação solar natural, após
um periodo de 30 dias de restrição ao sol.
Fisher e colaboradores (2001) avaliando expressão gênica e proteica da
colagenases MMP1 e MMP8 na pele de humanos irradiada com dois MED de
raios UV, observaram uma maior quantidade relativa de mRNA e proforma
proteica de MMP1 e não detectaram interferências na expressão da MMP8.
Entretanto, neste trabalho ficou evidenciado que a expressão gênica da MMP8,
da mesma forma que a MMP1, também foi influenciada pela radiação solar, o
que é interessante, uma vez que esta enzima fica contida em grânulos
citoplasmáticos em neutrófilos e esta célula normalmente está presente,
predominantemente, em tecidos inflamados (GUTIÉRREZ-FERNÁNDEZ et al.,
2007; SCHUBERT-UNKMEIR et al., 2010).
Em outro estudo de expressão proteica e atividade enzimática de MMP1
e MMP13, pesquisadores observaram um aumento de 10 vezes na expressão
de MMP1 em cultura de celulas de pele tratada com dois MED de raios UVB e,
que pelo menos, 50% da enzima MMP1 estava na forma ativa em cultura de
células de pele, 72 horas após exposição (BRENNAN et al., 2003). Estes autores
também verificaram que não houve influência da radiação solar na expressão de
MMP13, confirmando a maior importância da MMP1 no processo de degradação
da matriz extracelular dérmica. Neste estudo, observamos a influência da
radiação solar na regulação da expressão de MMP1, corroborando com os
98
achados de Fisher et al. (1996), Lahmann et al. (2001) e Brennan et al. (2003),
pois da mesma forma que a radiação solar simulada interfere na expressão de
MMP´s na pele de humanos, a radiação solar natural interfere na expressão de
MMP´s na pele de equinos in vivo, o que sugere um padrão de degradoma
cutâneo semelhante entres estas espécies e que o processo de degradação da
matriz extracelular dérmica pode ocorrer em equinos em um processo
semelhante ao fotoenvelhecimento cutâneo em humanos, ocasionado pela
radiação solar (LAHMANN et al., 2001; BRENNAN et al., 2003).
Brennan e colaboradores (2003) não obsevaram diferença na expressão
de MMP13 entre amostras de pele expostas a radiação e amostras controle não
expostas o mesmo ocorreu aqui, pois não houveram diferenças significativas
(P>0,05) na expressão de MMP13 na pele da região dorsal e ventral dos equinos
de ambos os grupos, em nenhum dos momentos estudados. Todavia, foi
observado uma tendência a subexpressão desta MMP na pele do ventre do GA
em comparação ao GC no M4. Seguindo a comparação entre grupos, a MMP1
também diferiu entre GA e GC no M4, sendo mais expressa na pele de dorso do
GA em relação ao GC. Embora pesquisadores já tenham evidenciado um padrão
de expressão oposto entre MMP1 e MMP13 (URÍA et al., 1998) não podemos
afirmar que esse padrão existiu neste trabalho, pois a análise não alcançou o
nivel de significância de P<0,05. Além disto, na análise seriada, ou seja ao longo
do tempo, não observou-se diminuição significativa na expressão de MMP13 no
mesmo grupo de amostras em que foi observado aumento da MMP1.
O fato de que a expressão de MMP1 na pele dorsal do GA ter sido maior
que no GC (P<0,05) no M4 pode ter ocorrido devido a conformação
ultraestrutural desorganizada, que torna a pele dos afetados mais fina e menos
densa (RASHMIR-RAVEN et al., 2015), e consequentemente, com uma maior
área de exposição de fibloblastos dérmicos à radiação solar, influenciando na
expressão gênica de colagenases, além de maior área de contato molecular para
atuação enzimática.
É interessante que mais estudos sejam realizados, principalmente de
expressão proteica e de zimologia, para identificar, tanto o(s) extrato(s)
celular(es) que pode(m) sofrer uma mudança em seu metabolismo devido a
influência da radiação solar, quanto a atividade enzimática envolvida no
processo de degradoma cutâneo em equinos com HERDA.
99
CONCLUSÃO
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10 ANEXOS
Author Guidelines
Abstract Author Guidelines
Content of Author Guidelines:
1. General,
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1. GENERAL
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manuscripts, the journal's requirements and standards as well as information
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in Veterinary Dermatology. Authors are encouraged to visit the Blackwell
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general information on the preparation and submission of articles and figures.
2. ETHICAL GUIDELINES
Veterinary Dermatology adheres to ethical guidelines given below for
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105
3. Brief Communications are brief reports and will be limited to 1500 words
(based on the text and not counting the words in the title, abstract and
references) and up to four figures or tables or graphs. References should be
limited to twelve.
For some articles the editor may require that the brief communication is reduced
to less than 750 words, two figures and six references; the editor will annotate
the abstract to several key points.
4. Case Reports (or case series) will be limited to 1500 words (based on the
text and not counting the words in the title, abstract and references) and up to
four figures. References should be limited to twelve. They will be considered for
publication primarily if they add new and useful information for the discipline of
veterinary dermatology; consideration will be given to:
a. Reports of new diseases or conditions, or variations on recently described
diseases.
b. Reports of diseases that are of zoonotic importance or are highly contagious.
c. Reports that will make a significant change in how a disease is diagnosed or
treated.
The editors may require that a case report is reduced to less than 750 words;
two figures and six references; the abstract will be reduced to several key points
by the editor.
5. Letters to the Editor: will be limited to 750 words, including references, and
two (usually one) image / figure / table which may include one clinical image
and one of histopathology; letters may cover a variety of topics and these may
include but are not restricted to:
a. Briefly highlighting an issue with a previously published paper.
b. Seeking to generate discussion or awareness of a developing area.
6. Books for review should be sent to the Veterinary Dermatology Editorial
Office at:
Veterinary Dermatology, Wiley-Blackwell, 9600 Garsington Road, Oxford, OX4
2DQ, UK
Discussion
The discussion should emphasize the new and important aspects of the study
and the conclusions that follow from them. Include the implications of the
findings and their limitations, including implications for future research. Relate
the observations to other relevant studies. Link the conclusions with the goals of
the study but avoid unqualified statements and conclusions not completely
supported by your data. Avoid claiming priority and alluding to work that has not
been completed. State new hypotheses when warranted, but clearly indicate
them as such.
Recommendations , when appropriate, may be included.
Acknowledgements (should be made on the title page or as a separate
supplementary file and not included on the manuscript). These are to indicate
support, advice or technical help that does not justify authorship. Please use
first and second (family) names, e.g. The authors would like to thank Fred
Flintstone for assistance with statistical analysis.
Funding sources should be included in the declared sources of funding (see
section 2.5).
Language and style
The language of publication is English. Authors for whom English is a second
language must have their manuscript thoroughly, and preferably professionally,
edited by an English speaking person before submission to make sure that the
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services are paid for and arranged by the author; use of one of these services
does not guarantee acceptance or preference for publication.
5.2. Units, Abbreviations and Nomenclature
All units of measurement must follow the SI system. Concentrations of solutions
should be given as molar concentrations (e.g. mmol/L). All other concentrations
should be expressed as percentages. Drug dosages should be given as: e.g.
mg/kg; μg/kg; also use ‘once daily’, ‘twice daily’ etc. Spell out numbers one to
nine, keep 10 onwards as numerals. However, use Arabic numerals for
numbers used with units of measure (e.g. 9 kg, 5 h, 10 mmol/L). Use h, min, s,
for hour, minute, second, respectively. Abbreviations of biological, medical,
chemical and other terms should be used only when such abbreviations are
both internationally recognized and unambiguous. The first use of an
abbreviation must be explained by also giving the unabbreviated term.
All biological, medical, chemical and other names should be given in keeping
with the latest international nomenclature. If an animal or micro-organism is
being mentioned in the text for the first time, the binomial name should be
given, e.g. carp (Cyprinus carpio). Thereafter, this can be abbreviated to C.
carpio. Please check recent articles for information about the spelling of dog
and cat breeds.
5.3. Figures (illustrations): Graphs, Tables, Clinical Photographs and
Photomicrographs
Figure legends must be given at the end of the manuscript. Sufficient
information should be included to allow the figure to be understood without
reference to the text. Authors wishing to use any previously published figures
112
must submit written permission from the copyright holder. Figure legends
should be written in the following style:
1. Organ or tissue; animal identification, Case No. A sentence describing the
change that is visible in the print. (For photomicrographs add: staining method
with names of stains and counter stains and magnification, e.g. avidin–biotin–
peroxidase complex method, Mayer's Haematoxylin counter stain, x40).
Article in journal
1. Müntener T, Doherr MG, Guscetti F et al. The canine hair cycle – a guide for
the assessment of morphological and immunohistochemical criteria. Vet
Dermatol 2011; 22: 383-395.
Book
2. Scott DW. Large Animal Dermatology. Philadelphia, PA: Saunders, 1988;
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Book chapter
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5.5. Supporting Information
Supporting information, such as data sets, additional figures, tables, video or
audio files that will not be published in the print edition of the journal, but will be
available via the online edition, may be submitted. Supporting information must
be important ancillary information that is relevant to the parent article but which
does not or cannot appear in the printed edition of the Journal. Supporting
information will be published as submitted, and will not be corrected or checked
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for publication. Authors should note that the publishers will not be held
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by the authors. Any queries (other than missing material) will be directed to the
corresponding author of the article.
The availability of Supporting information should be indicated in the main
manuscript by a paragraph, to appear after the References, headed "Supporting
information" and providing titles of figures, tables etc. In order to protect
reviewer anonymity, material posted on the author’s website cannot be
reviewed.
5.6. Animal Experiments
Animal experiments are to be undertaken only with the purpose of advancing
knowledge and in a manner that avoids unnecessary discomfort to the animals
by the use of proper management and laboratory techniques. They shall be
conducted in compliance with federal, state and local laws and regulations, and
in accordance with the internationally accepted principles and guidelines for the
115
6. AFTER ACCEPTANCE
Upon acceptance of a paper for publication, the manuscript will be forwarded to
the Production Editor who is responsible for the production of the journal.
6.1 Proof Corrections
The corresponding author will receive an e-mail alert containing a link to a
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and printed out in order for any corrections to be added. Further instructions will
be sent with the proof. Hard copy proofs will be posted if no e-mail address is
available; in your absence, please arrange for a colleague to access your e-mail
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6.3 Author Services
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