AVS de Filosofia 2º Ano
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Em meio aos ataques sofridos pelos povos bárbaros, assinale a alternativa que aponta como a
Igreja Católica conseguiu manter-se como instituição social.
I. Consolidou sua organização
II. Não conseguiu manter-se como instituição social
III. Difundiu a doutrina católica
IV. Incorporou e preservou a cultura greco-romana
V. Exerceu importante papel político na sociedade medieval
A alternativa correta da questão acima é?
a) I, II e IV b) II, III, IV e V c) I, III, IV e V d) I, II e V I, II, III, IV e V
02. A doutrina de Platão influenciou os primeiros filósofos medievais, Santo Agostinho, bispo de
Hipona e Boécio, autores de "Confissões" e "Consolação da Filosofia", respectivamente. Mas a
Filosofia que predominou na Idade Média foi a:
a) Sofística b) Epicurista c) Escolástica d) Existencialista e) NDA
03. Santo Agostinho de Hipona (cidade africana) foi o mais importante filósofo da Alta Idade
Média. Além de filósofo e teólogo, Agostinho também exercia uma função eclesiástica na cidade
citada. Qual função era essa?
a) Cônsul b) Cardeal c) Bispo d) Pároco e) Frei
04. Se havia um tipo humano a excluir do panorama do homem medieval era precisamente o do homem
que não crê, o tipo a que, mais tarde, se chamará libertino, livre pensador, ateu.
assim, o homem medieval era essencialmente definido a) Pela
predestinação ao perecimento após a morte.
b) Pela liberdade de interpretação religiosa.
c) Pela crença na possibilidade da mobilidade social.
d) Pela apreciação dos prazeres materiais.
e) pela religiosidade do monoteísmo cristão.
05. Santo Agostinho refletiu sobre as questões do ensino e do aprendizado, observando que os mestres
têm grande importância no ensino porque, por meio de palavras, podem ensinar. No entanto, não bastam
as palavras exteriores para o conhecimento verdadeiro, é preciso o auxílio do mestre interior, conforme
afirma De Magistro:
“No que diz respeito a todas as coisas que compreendemos, não consultamos a voz de quem fala, a qual
soa por fora, mas a verdade que dentro de nós preside a própria mente, incitados talvez pelas palavras a
consultá-la. Quem é consultado, ensina verdadeiramente, e este é Cristo, que habita, como foi dito, no
homem interior, isto é, a virtude incomutável de Deus e a sempiterna Sabedoria, que toda alma racional
consulta, mas que se revela a cada um quanto é permitido pela sua própria boa ou má vontade.”
De acordo com o trecho, deduz-se que o papel do ensinamento de mestres é:
“O homem tem o poder de escolher um ato ou não, independentemente das forças que o constrangem. Ser
livre é decidir e agir como se quer, sem qualquer determinação causal, quer seja exterior (ambiente em
que se vive), quer seja interior (desejos, caráter). Mesmo admitindo que essas forças existam, o ato livre
pertence a uma esfera em que se perfaz a liberdade humana. Ser livre é ser incausado”.
A questão do livre-arbítrio (do latim liberum arbitrium) foi muito debatida no período da Idade Média e
nos séculos XVI e XVII, de modo específico no tocante à possível incompatibilidade entre a onipotência
divina e a liberdade humana, embora alguns pensadores não admitam que ambas sejam incompatíveis.
07. A compreensão do mundo por meio da religião é uma disposição que traduz o pensamento
medieval, cujo pressuposto é
08. No contexto da filosofia medieval cristã, desenvolveu-se uma produção filosófico-teológica que pode ser
dividida em quatro momentos principais. Associe corretamente cada momento a seu representante:
1. escolástica ( 3 ) Paulo de Tarso
2. Padres apologistas ( 2 ) Orígenes, Justino e Tertuliano
3. Padres apostólicos ( 1 ) Santo Tomás de Aquino
4.Patristica ( 4 ) Agostinho e influência platônica
A sequência correta de cima para baixo é?
a) 3, 2, 1, 4 b) 4, 1, 3, 2 c) 3, 2, 1, 4 d) 3, 2, 4, 1 d) 3, 4, 1, 2 e) 4, 1, 2, 3
09. Para Santo Agostinho, o homem chega à verdade
a) apenas pela fé em Deus.
b) pelo método alegórico aplicado à interpretação da Bíblia.
c) pela iluminação divina.
d) pela recordação da alma que estava junto a Deus.
e) pelos sentidos e pelo intelecto
10. Se os nossos adversários, que admitem a existência de uma natureza não criada por Deus, o Sumo Bem,
quisessem admitir que essas considerações estão certas, deixariam de proferir tantas blasfêmias, como a de atribuir
a Deus tanto a autoria dos bens quanto dos males. Pois sendo Ele fonte suprema da Bondade, nunca poderia ter
criado aquilo que é contrário à sua natureza.
Para Agostinho, não se deve atribuir a Deus a origem do mal porque
a) o surgimento do mal é anterior à existência de Deus.
b) o mal, enquanto princípio ontológico, independe de Deus.
c) Deus apenas transforma a matéria, que é, por natureza, má.
d) por ser bom, Deus não pode criar o que lhe é oposto, o mal.
e) Deus se limita a administrar a dialética existente entre o bem e o mal.