PPP 2
PPP 2
PPP 2
PROJETO
POLÍTICO-PEDAGÓGICO
Aprendizes, Educadores, Comunidade.
A Escola reconstruindo saberes.
SERRA CAIADA
2018/2019
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SUMÁRIO
1. Apresentação.........................................................................................................03
2. Introdução...............................................................................................................04
3. Marco situacional....................................................................................................08
3.1. Informações institucionais................................................................................08
3.2. Dados históricos...............................................................................................08
3.3. Infra-estrutura da escola...................................................................................10
3.4. Condições de acessibilidade............................................................................10
4. Diagnóstico Institucional.........................................................................................10
5. Gestão....................................................................................................................11
5.1. Conselho Escolar.............................................................................................11
6. Principai dificuldades de aprendizagem.................................................................14
6.1. Relação família x escola...................................................................................15
6.2. Relação gestão x professores..........................................................................16
6.3. Relação professor x coordenação pedagógica................................................16
6.4. Relação professor x suporte pedagógico.........................................................16
6.5. Relação escola x secretaria-escrituração.........................................................16
6.6. Relação escola x pessoal de apoio..................................................................16
7. Marco teórico..........................................................................................................16
7.1. Objetivo Geral...................................................................................................20
7.2. Objetivos Específicos.......................................................................................20
7.3. Metas................................................................................................................21
7.4. Ações................................................................................................................21
7.5. Avaliação..........................................................................................................21
7.6. Validação do processo de ensino x aprendizagem..........................................22
8. Marco operacional..................................................................................................23
8.1. Profissionais envolvidos..................................................................................24
8.2. Professores.....................................................................................................25
Anexos.......................................................................................................................26
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1. APRESENTAÇÃO
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2. INTRODUÇÃO
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cidadania é possibilitar às crianças e jovens a vivência democrática, como isso se
dará efetivamente na prática cotidiana.
Estas discussões, tem nos conduzido, ao entendimento de que o respeito
pelas diferenças é de todo modo, uma construção coletiva, e, em se tratando de
convivência precisa ser cultivado por todos, em benefício de todos. Entretanto, é
preciso que a escola, permita que se expressem as diferenças e que sejam
consideradas. É necessário construir os relacionamentos percebendo as diferenças
de cada um, os seus anseios e limitações, desta forma, os alunos perceberão que
os conflitos são inerentes aos processos democráticos, são os que fazem avançar e,
portanto, não devem ser ocultados.
No que tange a promoção da socialização, as discussões em torno do PPP
mostram a preocupação da comunidade com relação aos princípios de democracia
e, porque não falar em respeito, equidade de direitos, que não se restringe a
garantia de acesso universal à escola. Ao enfatizar o respeito pelas diferenças e
diversidade, a escola propõe o combate a todo tipo de discriminação, seja ela de
cunho religioso, étnico, de gênero e cultural. Ainda que, represente para
professores, pais, alunos e funcionários um grande desafio fazer da identidade
cultural e social a base do currículo escolar, algumas ações apontam para a
importância de tal aspecto, como por exemplo, a valorização da participação dos
alunos portadores de necessidades especiais nas atividades escolares e, a atuação
dos profissionais que lidam, diretamente com esses alunos, no planejamento
curricular. Outro exemplo é com respeito à questão étnico-racial. Mais que um
preceito legal (lei 10.639/2003), o estudo da temática história e cultura afro-
brasileira tem representado a possibilidade de ampliar o debate sobre o mito da
democracia racial, bem como, o desvelamento de práticas discriminatórias e
preconceituosas por vezes silenciadas e naturalizadas. Educação Indígena (Cultura
e História)
Conhecer a cultura do outro e os processos de construção histórica de um
país é imprescindível para se desvendar o passado e compreender o presente e
traçar os rumos para o futuro. Desta forma torna-se necessário o conhecimento das
diversas sociedades, enfocando a importância da Educação Indígena na formação
do povo brasileiro, dado a sua imensa contribuição para com a cultura, os costumes,
a culinária, a interação ambiental, o respeito à terra de nosso país.
Quanto à garantia de um trabalho voltado para a educação indígena a Escola
Estadual Professora Herondina Caldas, contempla em todas as suas Propostas
5
Pedagógicas Curriculares a valorização e o resgate das origens do povo indígena do
nosso país e de nosso Estado.
Estas e outras tantas iniciativas, são essenciais para a continuação de um
movimento que mobiliza a comunidade em torno da necessidade em despertar e
conscientizar jovens e crianças para a vivência de valores voltados para a ação
solidária e para o respeito mútuo.
O objetivo do nosso Projeto Político Pedagógico é oferecer aos professores,
alunos, pais e todos aqueles que estão direta ou indiretamente ligados a esta escola
uma visão da realidade educacional.
Atualmente a introdução no contexto escolar das novas tecnologias consiste
em estabelecer claramente qual deve ser o melhor caminho para introduzir, de forma
sistemática, organizada e efetiva, esse recurso tão importante e que deverá ser visto
como uma ferramenta facilitadora dos processos didático-pedagógicos do ambiente
escolar, buscando aprendizagens significativas e a melhoria dos indicadores de
desempenho do sistema educacional.
Contudo, a introdução desse recurso ainda parece ser visto por alguns
educadores como algo distante da realidade.
Num passado, não muito distante os alunos viam o professor como principal,
ou única, fonte de conhecimento e informação. No entanto, agora têm infinitas
possibilidades de acesso às bases de dados das redes mundiais de computadores:
bibliotecas, livros, publicações, cursos, laboratórios virtuais, simuladores, listas de
discussão, grupos de intercâmbio, projetos cooperativos, e muitas outras
possibilidades, superando em todos os sentidos, as limitações do passado. Contudo,
a presença do professor interagindo nesse ambiente não será descartada, seja
orientando, conduzindo o aluno para o mesmo não se enveredar por outro caminho.
Nesse contexto, percebemos que as nossas escolas precisam promover as
mudanças necessárias na mesma velocidade em que ocorrem no mundo à sua
volta, e dessa forma precisam preparar os seus professores para atuarem na era
digital, possibilitando a introdução das novas tecnologias no ambiente educacional.
Entretanto, acredita-se que a questão não será resolvida apenas com a simples
aquisição da tecnologia, na sua dimensão física, representada pela aquisição de
equipamentos, novas instalações e até mesmo com a contratação de equipes
especializadas para esta finalidade.
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Na prática, tem sido demonstrada que é preciso preparar pessoas e integrar
esse uso das mídias às atividades curriculares. Segundo pesquisas de Nielsen e
Morkes:
Dessa forma se evidencia cada vez mais a necessidade de o professor atuar
como o mediador dessa aprendizagem, conduzindo o seu aluno em relação à
pesquisa solicitada, quanto ao objetivo da mesma.
Todas as escolas públicas e privadas do Brasil devem incluir o ensino de
música em suas grades curriculares. A exigência surgiu com a lei nº 11.769,
sancionada em 18 de agosto de 2008, que determina que a música deve ser
conteúdo obrigatório em toda a Educação Básica.
Nas escolas, a música não deve ser necessariamente uma disciplina
exclusiva. Ela pode integrar o ensino de arte, sendo apenas uma das linguagens da
disciplina chamada artes, que pode englobar ainda artes plásticas e cênicas. A ideia
é trabalhar com uma equipe multidisciplinar e, nela, ter entre os profissionais o
professor de música. A escola tem autonomia para decidir como incluir esse
conteúdo de acordo com seu projeto político-pedagógico. Apesar de ser uma boa
iniciativa, o trabalho com equipes multidisciplinares para o ensino de música não tem
acontecido de forma satisfatória nas instituições de ensino. Ela se dará por meio da
ampliação de tempos, espaços e oportunidades educativas que qualifiquem o
processo educacional e melhorem o aprendizado dos alunos. Não se trata, portanto,
da criação ou recriação da escola como instituição total, mas da articulação dos
diversos atores sociais que já atuam na garantia de direitos de nossas crianças e
jovens na corresponsabilidade por sua formação integral.
Este documento constitui um referencial de qualidade para a fundamentação
pedagógica no Ensino Fundamental, Ensino Médio e EJA. Nele estão inseridos o
pensamento e o trabalho de todo o corpo docente da escola.
Por sua natureza aberta, configura uma proposta flexível a ser concretizada
nas decisões dos projetos educacionais empreendidos na escola. Nele estão
contidas as tendências pedagógicas praticadas na escola, bem como o sistema de
avaliação e a prática disciplinar desenvolvida pelos professores.
As metas aqui propostas se efetivarão em parceria com toda a comunidade
escolar e com o real comprometimento dos profissionais que o elaboraram.
Esta proposta tem seu fundamento na construção de um conhecimento que
não é pronto e acabado, mas que está em permanente avaliação e/ou reformulação,
de acordo com os avanços dos principais paradigmas educacionais da atualidade.
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É nesta perspectiva que o Projeto Político Pedagógico da Escola Estadual
Professora Herondina Caldas deverá ser trabalhado e enriquecido na dinâmica da
prática pedagógica. Desta forma, não se pretende oferecer um manual para o corpo
docente, sua proposta é dialogar a respeito dos objetivos.
Assim, a abordagem desta proposta objetiva situar o corpo docente, quanto
aos procedimentos essenciais pertinentes ao Projeto Político Pedagógico da Escola
Estadual Professora Herondina Caldas. Mais do que as teorias pedagógicas ou
visões teóricas, torna-se necessária à viabilização efetiva deste documento.
3. MARCO SITUACIONAL
3.1INFORMAÇOES INSTITUCIONAIS
DADOS DA ESCOLA
NOME DA ESCOLA: ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA HERONDINA CALDAS
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A professora Herondina Caldas concluiu o seu curso normal em 1921 e
presume-se que essa escola tenha sido criada por volta da década de 1930.
Acredita-se que inicialmente a escola tenha recebido a nomenclatura de Escola
Isolada Professora Herondina Caldas, uma vez que constituía no mais relevante
dentre as categorias de ensino. Segundo levantamento feito nos arquivos da escola,
em 1956, ela passa para a categoria de Escolas Reunidas Herondina Caldas, uma
vez que o estado cria uma série de escolas isoladas no recém-criado município de
Serra Caiada, vinculando essas escolas sediadas na zona rural a escola da sede
municipal. No levantamento feito nos arquivos da Câmara Municipal, no período de
1956 a 1958 existem requerimentos de vereadores solicitando ao Senhor Sílvio de
Araújo Sales ações no sentido de solicitar ao governo do estado a sua
transformação em Grupo Escolar Professora Herondina Caldas, fruto de uma
reformulação na denominação das escolas estaduais empossada pelo poder público
naquele período, não se sabendo o exato período que ocorreu tal transformação. No
ano de 1997, mais uma vez, fruto dessa mesma política, é feita a mudança na
denominação das escolas estaduais, dessa feita, à escola recebe a denominação de
Escola Estadual Professora Herondina Caldas de Ensino Fundamental e Médio,
permanecendo até os dias atuais.
Quanto ao local de funcionamento dessa escola no período de sua criação é
uma incógnita, ou seja, não se sabe onde ela funcionou até por volta da segunda
metade da década de 1940. Presume-se que ela tenha funcionado em casas
residenciais cedidas por particulares ou alugadas ao poder público, como era de
praxe já naquela época. Entretanto, no governo do Presidente Eurico Gaspar Dutra,
mais precisamente em 1946 a escola passa finalmente a ter a sua sede própria.
Para tanto, foi construída na Rua da Igreja, hoje Rua Nossa Senhora da Conceição,
um prédio com uma sala de aula, área de recreação, circulação, banheiros e uma
casa para acomodar o professor. Tratava-se de uma construção sólida, cercada por
muros e em seguida transformou-se em um Clube Social, e no ano de 1998, foi
demolido para dar lugar à construção de uma quadra que posteriormente,
transformou-se em um Ginásio Poliesportivo.
Em 11 de agosto de 1969, o então prefeito da época José Absalão Tinôco
doou terreno pertencente a Prefeitura para construir a nova escola, esse feito na
Rua Padre Antonio Vilela Dantas, 165, onde funciona até hoje.
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3.3. INFRA-ESTRUTURA DA ESCOLA
4. DIAGNÓSTICO INSTITUCIONAL
Dados gerais da comunidade onde a escola se insere (aspectos
socioeconômicos, culturais e geográficos):
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O Município de Serra Caiada fica localizado na região agreste potiguar, a 70 km
da capital Natal. Foi Distrito de Macaíba até o inicio da década de 50, denominando-
se Caiada de cima, tendo sua emancipação política em 24 de novembro de 1953 e o
nome mudado para Presidente Juscelino, em homenagem ao Ex- Presidente
Juscelino Kubitcshek, mais a população nunca aceitou tal mudança. Em 2012,
através do Plebiscito nº 9.691 de 14- 01 2013 a cidade voltou a ser Serra Caiada.
A população hoje , segundo dados do IBGE 2010 é estimada em 8.768
habitantes e tem Indice de Desenvolvimento Humano de 0,563 o qual está
classificado em nível baixo, com Dencidade Demográfica de 52,4 habitantes por km 2
A principal fonte de renda da população é advinda da agricultura, do
funcionalismo público e de programas sociais do Governo Federal.
A Escola Estadual Professora Herondina Caldas há 48 anos serve à população
de Serra Caiada atendendo a alunos da zona urbana e rural .
5. GESTÃO
A gestão democrática pressupõe a participação efetiva dos vários segmentos
da comunidade escolar – pais, professores, estudantes e funcionários – em
todos os aspectos da organização da escola.
Sabemos que :
“ A participação de todos os envolvidos no dia a dia da escola
nas ddecisões sobre seus rumos, garante a produçãode um
planejamento no qual estejam contemplados os diferentes
OLHARES da realidade escolar, possibilitando assim, a criação
de vinculos entre pais, alunos, professores, funcionários e
especialistas”. (Pedro Ganzelli)
Sendo assim todos nós somos responsaveis pelo espaço escolar, pela
construção da cidadania, cujos deveres se entrelacem e se completem numa
dependência mútua e imprescindível ao bom andamento das atividades escolares.
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conforme artigo 9º do regimento escolar a partir de uma eleição realizada na escola
através de votação direta, secreta e nominal. O mesmo foi formalmente constituído
em agosto do ano de 2014, pelos seguintes integrantes:
a) Diretor: Selma Maria da Costa
b) Presidente: Ângela Maria Araújo Felipe
c) Vice-presidente: Izabel Cristina de Freitas Luiz
d) Secretário: Claudia Maria de Souza
e) Titular do segmento professor: Maria Arlete do nascimento Silva
f) Titular Segmento aluno: Juvan Rodrigues do Nascimento Neto
g) Titular segmento pai: Gleicy Bernardino Ribeiro
h) Titular segmento funcionário: Maria das Graças Genésio de Freitas
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fazer com que cada discente cultive as características em sua forma particular de
ser, respeitando a singularidade de cada um, com ritmos diferentes de maturidade
pessoal e a aprendizagem, tendo como base o processo educativo a serviço dessa
diversidade, respeitando-a e trabalhando com as diferenças. Através desses
pressupostos a escola é contemplada com os seguintes recursos financeiros:
PDDE ,PDE, PNAE, PAGUE, PNLD,PSE e PACTO .
No Brasil, desde o começo de nossa história, temos a forte tradição de uma
escola para poucos. Essa situação começaria a mudar já no século XX, depois da
Constituição Cidadã de 1988.
Nas últimas décadas, as transformações sociais, ocorridas no Brasil
permitiram que o quadro fosse repensado e surgiu a obrigatoriedade de crianças de
06 aos 14 anos, estarem matriculadas e estudando com sucesso.
Embora a clientela emergente houvesse mudado em nada mudou o perfil da
escola. Currículos, programas, métodos e conteúdos permaneceram os mesmos,
continuou-se a acreditar que a escola de qualidade tinha o objetivo de uma
preparação profissional, visando à ocupação de altos cargos ou garantindo a
continuidade de estudos em outros níveis.
O País está longe de poder afirmar que nós atingimos a igualdade de
oportunidade de educação para todos. Ao lado do problema de acesso, é preciso
considerar o baixo rendimento de nossas escolas, excesso de repetência e altos
índices de evasão.
Diante de tal quadro, é preciso compreender o papel que a educação pode e
deve exercer junto a grupos sociais economicamente antagônicos.
Entendendo a escola como local onde se busca assegurar formas
sistemáticas e organizadas, o domínio sólido de conhecimentos científicos e
culturais é pertinente refletir em que medida as atividades que se estabelecem no
interior têm como objetivo pedagógico e assim, concorrer para fins da educação
escolar.
A escola é o lugar de projeção social, não se tratando aqui de uma projeção
meramente capitalista/materialista, mas projeção na perspectiva de cidadania e
dignidade humana, como trata os quatro eixos estruturais da educação proposta
pela UNESCO: APRENDER A SER – que deve ser entendido e vivenciado como a
valorização da autoestima, atitudes e interesses particulares dos educandos como
condição de torná-los sujeitos do processo de ensino-aprendizagem, considerando a
identidade própria do campo, estabelecendo como resultado esperado do processo
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de ensino-aprendizagem: educandos participativos, responsáveis, ativos
socialmente no meio em que vivem, abordando os valores culturais, por meio de
discussões transversais, para uma construção da individualidade e da vida no
campo. APRENDER A CONVIVER – eixo extremamente importante numa sociedade
contemporânea marcada pela intolerância, logo deve ser abordado no contexto
escolar como valorização das regras de convivência pautadas na disciplina, no
respeito mútuo, na tolerância, levando os educandos a qualificar a relação humana
entre os mesmos, valorizando as particularidades linguísticas do campo.
APRENDER A FAZER – eixo que deve ser valorizado em razão da necessidade
produtiva a que a vida exige de cada ser humano.
É importante refletir sobre os pilares anteriormente citado para que seja
formada uma nova trajetória, pois nenhum currículo deve fixar-se por muito tempo.
Devemos por em primeiro lugar a aprendizagem do aluno. A ênfase do trabalho
pedagógico, às vezes é centrada no livro didático, considerando verdade única para
o professor em sala de aula.
Educação assim concebida indica uma função da escola voltada para a
realização plena do ser humano, alcançada pela convivência e pela ação concreta,
qualificada pelo conhecimento. Nessa perspectiva, toda ação administrativa tem
reflexo nas práticas de ensino aprendizagem, no qual se refere às condições de
trabalho e desenvolvimento das atividades de um modo geral.
Leitura e escrita
Indisciplina
Falta de interesse do aluno
As dificuldades de aprendizagem na escola podem ser consideradas uma das
causas que podem conduzir o aluno ao fracasso escolar. Não podemos
desconsiderar que o fracasso do aluno também pode ser entendido como um
fracasso da escola por não saber lidar com a diversidade dos seus alunos. É preciso
que o professor atente para as diferentes formas de ensinar, pois, há muitas
maneiras de aprender. O professor deve ter consciência da importância de criar
vínculos com os seus alunos através das atividades cotidianas, construindo e
reconstruindo sempre novos vínculos, mais fortes e positivos.
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O aluno, ao perceber que apresenta dificuldades em sua aprendizagem,
muitas vezes começa a apresentar desinteresse, desatenção, irresponsabilidade,
agressividade, etc. A dificuldade acarreta sofrimentos e nenhum aluno apresenta
baixo rendimento por vontade própria.
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Projeto de educação da família.
Funcionários que esperam um pelo outro para fazer o serviço de acordo com
sua função.
Diante dos problemas elencados, nós que fazemos parte dessa instituição temos
um plano de ação para tentar diminuir essas problemáticas;
7. MARCO TEÓRICO
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Com relação ao desenvolvimento do ensino-aprendizagem na sala de aula, o
cotidiano da escola apresenta um quadro dramático de profunda ineficiência da
escola pública, retratando nos altos índices de reprovação e evasão, (anexo).
Toda situação de penúria em que se encontram os profissionais da educação
levou-os a um processo de alheamento a respeito dos objetivos concorrendo para
que a escola deixe de ser um lugar central do processo educativo e de tomada de
decisão transformar-se em “uma mistificação, uma negação do direito à educação”.
É importante refletir sobre duas questões que interferem no processo
pedagógico, a aprendizagem do aluno e o corpo docente. Com relação ao primeiro
aspecto o que se observa, muitas vezes, é a realização de um trabalho acadêmico
mecânico, nem sempre significativo para o aluno. A respeito do desempenho do
corpo docente inúmeros são as causas. A situação não se acha isoladamente em se
mesma, pois o reflexo dos condicionamentos sociais, econômicos, políticos e O Rio
Grande do Norte integrou o universo da Pesquisa do Sistema da Avaliação da
Educação Básica-SAEB que buscam conhecer a situação do sistema de ensino a
partir de três eixos: Gestão Escolar, Desempenho do Professor e Rendimento de
Alunos. Com relação ao rendimento dos alunos há um declínio sendo o mesmo
considerado um problema Nacional, no estado do RN, ele é maior e não particular a
um determinado nível de ensino. Diante dos dados coletados em 2017, pudemos
fazer um comparativo com o ano de 2015, e nítidamente pudemos observar, que
houve um decrécimo nos resultados.
ENS. FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS ENS. FUNDAMENTAL ANOS FINAIS ENSINO MÉDIO
ANOS 4º e 5º anos 8º e 9º anos
PROJETADA OBSERVADA PROJETADA OBSERVADA PROJETADA OBSERVADA
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Neste contexto a Escola Estadual Professora Herondina Caldas Ensino
Fundamental e Médio não poderia ser diferente, contamos atualmente com 631
alunos assim distribuídos nos Ensinos Fundamental e Médio.
Ensino Fundamental anos iniciais: 83
Ensino Fundamental anos finais: 135
Ensino Medio Regular 278:
Ensino Médio EJA: 135
O corpo discente é constituído por alunos de classes populares muito dos
quais não tem ocupação por falta de emprego na localidade, os poucos que
consegue trabalho é para manter-se e manter a família,menos de 50% dos alunos
frequentam o turno noturno e a maioria vem da zona rural.
Com relação a avaliação do ensino, esta estar sendo realizada na nossa
escola com base nas Lei de Diretrizes e Base da Educação ,sancionada em
dezembro de 1996, a qual estabelece no artigo 24: que o ser humano é ser de
múltiplas dimensões todos aprendem em tempos e ritmos diferentes. A Ampliação
do Ensino Fundamental para nove anos apresenta um importantíssimo avanço na
busca de inclusão e êxito das crianças das camadas populares em nossos sistemas
escolares, A Lei que sinalizou para um ensino obrigatório de nove anos de duração
nacional foi a de Nº10.172/2001, que aprovou o Plano de Educação e Finalmente,
em 06 de fevereiro de 2006, a Lei Nº. 11.274, criou o Ensino Fundamental de nove
anos.
Baseada na Portaria de Avaliação Estadual Nº. 1033/2008/SECD-RN que
estabelece Normas de Avaliação da Aprendizagem escolar da educação Básica e
das outras providências no uso de suas atribuições legais, estabelece metas claras
a ser alcançadas para ensinar e avaliar.
No entanto, é preciso planejar e avaliar bem aquilo que estamos ensinando e
o que os alunos estão aprendendo desde o início da escolarização.
A avaliação é um importante instrumento para que o professor possa obter
dados sobre o processo de aprendizagem de cada aluno, reorientar sua prática e
elaborar seu planejamento, propondo situações capazes de gerar novos avanços na
aprendizagem dos educandos.
A mudança das práticas de avaliação é então acompanhada por uma
transformação do ensino, da gestão, da aula do cuidado com as crianças e com os
adolescentes em dificuldades. Pois sabemos que a relação do ensino, está sendo
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realizada ao longo do processo, predominando ainda os aspectos quantitativos,
estando em processo de mudança para o qualitativo.
A escola como se apresenta, revela-se uma instituição propugnadora da ideia
liberal burguesa, segundo a qual é possível igualmente a todos, subir na escala
social, na educação escolar, e com isto a maioria da população buscou a escola,
acreditando que, através desta, seriam resolvidos deus anseios de ascensão social.
Com isto não se está querendo dizer que todos esses fins que a escola vem
se propondo não sejam importantes e justificável o que se quer é resgatar a
compreensão do real objetivo da escola. A apropriação do saber como um valor
universal, capaz de desenvolver o aluno a capacidade de aprender e agir como um
cidadão participante em todas as instâncias da vida social, ou seja, a função da
escola é garantir ao aluno o acesso à Linguagem Código e suas Tecnologias,
Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias e Ciências Humanas e suas
Tecnologias.
Outro aspecto a ser considerado para compreensão das raízes históricas do
ensino público brasileiro, é que a democratização da Escola trouxe consigo o
aumento das ofertas de vagas em detrimento de um domínio sólido e duradouro a
cerca da cultura e da ciência. Por isso, a escola, mesmo conseguindo alguns
avanços, continua realizando uma ação educativa que torna, além de excludente e
seletiva, incapaz de romper com o fracasso escolar.
Diante do exposto notamos que alguma coisa tem que ser feita no sentido de
transformar a escola que temos na escola que queremos. É necessário criar
momentos para que os educadores aprofundem o que sabem sobre os alunos,
verificando se estão aprendendo, e o que se pode fazer para que não sejam
excluídos da escola.
A escola é de todos e a função básica da mesma é criar condições para a
participação coletiva. O fazer coletivo, exige um comprometimento político
evidenciando, de um lado, pela competência profissional dos educadores e de outro
pela política educacional da SEEC, garantindo a democratização do conhecimento.
É o que tentaremos fazer através do nosso Projeto Político Pedagógico.
Ressaltamos que este nos parece, de fato, o grande desafio que nos coloca o
atual momento histórico: pensar e fazer uma educação vinculada a estratégias de
desenvolvimento. Relações diretas, professor, aluno, pais, ou seja, o sucesso do
aluno depende de uma escola eficiente porque a “educação é do tamanho do
mundo”. Não há começo. Não há fim. Só travessia. “E se queremos descobrir a
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verdade da Educação, ela terá de ser descoberta no meio da travessia (NELSON
RODRIGUES), 1992 p.39”.
Sendo assim é fundamental trabalharmos para que a Escola Pública cumpra
seu duplo papel, tão bem analisado por Silva Júnior no seu livro a “Escola Pública
como local de trabalho”. Como qualquer outra, a Escola Pública existe para produzir
“passagens” que significam elevações individuais dos seus alunos; mas a Escola
Pública é mais que isto. No seu interior, nós professores temos que produzir
individual e coletivamente a grande “passagem” do direito postulado à realização
efetiva da educação popular. Nesse sentido, ela é única e ali o nosso trabalho é
muito grandioso.
O Ensino Médio, sendo a 3ª fase da escolaridade básica, possui marcos
legais, e nelas destacam-se dois aspectos: as finalidades atribuídas ao ensino médio
que é, o aprimoramento do educando como ser humano, sua formação ética e o
desenvolvimento de competências para continuar seu aprendizado. A segunda fase
propõe a organização curricular a base comum, o planejamento e o desenvolvimento
do currículo, a integração e articulação dos conhecimentos, a proposta pedagógica e
a participação dos docentes na elaboração da proposta pedagógica do
estabelecimento de ensino.
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Oferecer um espaço pedagógico onde todos tenham oportunidade de
participar da totalidade das atividades planejadas.
Desenvolver o espírito de liderança.
7.3. METAS:
7.4. AÇÕES:
7.5. AVALIAÇÃO:
A avaliação no ambiente educacional compreende duas dimensões básicas:
I- Avaliação institucional;
II- Avaliação do processo de ensino-aprendizagem.
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escolar. Dessa forma, a avaliação precisa estar vinculada ao PPP. Segundo Veigas
Ao construirmos os projetos de nossa escola, planejamos o que temos intenção de
fazer, de realizar. Lançamo-nos adiante, com base no que temos, buscando o
possível. É antever um futuro diferente do presente (1998, p.12).
Implica em discussão coletiva dos princípios e metas que subsidiarão a ação
educativa, baseados na realidade que se tem com vistas a intenções futuras, se
constituindo como a identidade institucional da escola.
Dessa forma, respalda-se a inter-relação entre avaliação institucional e PPP,
pois, a avaliação institucional escolar coloca em evidencia o PPP, seus fins,
princípios e concepções pedagógicas, favorecendo um momento privilegiado de
discussão no interior da escola. Segundo Fernandes (2002), o debate em torno do
PPP coloca no centro do debate a construção dos saberes e competências dentro
da escola, dando organicidade e direção ao processo educacional.
Diante do exposto, acreditamos que a avaliação institucional alicerçada no
PPP, pode favorecer uma autoanálise da organização escolar, e dentro de uma ação
coletiva e participativa, subsidiar caminhos passíveis de efetivar uma escola mais
próxima da realidade da população.
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trabalho, até a sua finalização. Portanto, não pode ser realizada em
momentos estanques.
8. MARCO OPERACIONAL
A Escola Estadual Professora Herondin Caldas tem desenvolvido um trabalho
de Educação Escolar, com base na socialização dos individuos envolvidos no
processo ensino-aprendizagem.
As atividades realizadas no transcurso do ano letivo são planejadas no início
do ano na jornada pedagógica, algumas das atividade são realizadas em forma de
Projeto Pedagogicos como a Mostra Cultural onde as atividades são desenvolvidas
no decorrer de três bimestre, após esse momento é feito a mostra do
aprendizado.Além desse projeto trabalhamos algumas temáticas referente as datas
comemorativas, ( Dia do Livro, São João e Folclore).
Analisando a situação da escola e seu contexto, num primeiro momento fez-
se um levantamento sobre os principais problemas que se tem, explicitando suas
causas e dentre os problemas abordados e discutidos escolheram-se os mais
urgentes e necessários para ser alvo do nosso trabalho este ano.
A nossa divisão muda o foco da aprendizagem e o exame de avaliação
garantindo aos professores e alunos da última fase da educação básica uma
autonomia inédita, na abordagem “Ensinar por Competência”, o que significa
entender que o mundo mudou e os professores precisam dar conta disso, definindo
conceitos essenciais: Interdisciplinaridade e a Contextualização. “Sabedoria não é
ter. É saber onde encontrar” (PHILIPPE MEIREAL).
Com base nas condições concretas que se tem para o nosso trabalho este ano,
e atingirmos os nossos objetivos, o grupo identificou como prioritários os problemas
abaixo relacionados, propôs metas e ações a serem realizadas para que os
objetivos sejam alcançados.
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Pois temos Nossos Valores, Nossa visão de Futuro, Nossa Missão, através das
quais pretendemos mudar a “cara” da nossa Escola. Incentivando, valorizando e
reconhecendo as contribuições individuais e coletivas de nossos alunos e
colaboradores. Trabalhando com compromisso, seriedade e respeito em todas as
nossas ações. Valorizamos o espírito coletivo, apoiando a criatividade e inovação
individual, valorizando as ações empreendedoras criativas e flexíveis. Só assim
seremos uma escola reconhecida porque incentivamos nossos alunos e
colaboradores a trabalhar em equipe, com responsabilidade, criatividade e inovação.
Porque temos como missão assegurar o acesso, o sucesso, o regresso e a
permanência de todos os educandos, desenvolvendo um ensino de qualidade.
Nossa escola passa por alguns problemas de falta de professor graduado na
na disciplina e falta de professores das disciplinas de Inglês, Física, Filosofia,
Sociologia e História nas quais existem pessoas para assumir estas aulas com
graduação não especifica no momento. Por esse e outros motivos acontece a
evasão algo que nos preocupa quando queremos ter uma escola de qualidade. Em
nossa escola a gestão já é democrática para melhorar as condições de trabalho,
mas necessitamos de alguns ajustes no quadro de docentes e de pessoal de apoio.
Quanto à infraestrutura nossa escola precisa de uma sala especifica para laboratório
de Física, Química, Matemática e Biologia. Precisamos também de pintura do prédio
(pois já faz mais de oito anos que foi pintado), restauração da rede hidráulica e
elétrica, forro (gesso salas de aula e banheiros), rede sanitária, computadores
readaptação de espaço para almoxarifado (objetos sem uso) troca de janela
(destruídas) e gradeados, cobertura na entrada da escola.
24
8.2. PROFESSORES
25
ANEXOS
26
PROGRAMAS FINANCEIROS NA ESCOLA
• PDDE (PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA) – o repasse é
realizado através do número de matrículas, em duas categorias econômicas:
recursos de capital e recursos de custeio. Recursos de capital são aqueles
destinados a cobrir despesas com aquisição e material permanente para a
escola. Recursos de custeio, destinado a cobrir despesas com aquisição de
bens e materiais de consumo e a contratação de serviços para funcionamentos
das atividades desenvolvidas na escola.
• PDE (PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCOLA) – Efetivado por meio
de uma metodologia processual de planejamento estratégico, sendo
construído em etapas, envolvendo participantes de toda a equipe escolar,
onde juntos se busca uma melhor organização da escola para a melhoria da
qualidade do ensino com os objetivos de: fortalecer a escola, contribuir e
viabilizar a autonomia da escola e a gestão democrática, contribuindo para o
fortalecimento da gestão pedagógica. Possibilitando ainda os gerenciamentos
da escola, a descentralização dos processos de gestão, compartilhamentos de
responsabilidades, participação da comunidade no esforço de melhoria do
desempenho dos alunos, construção coletiva dos objetivos e metas da escola
e o domínio dos processos que levam ao alcance dos mesmos, com foco na
aprendizagem dos discentes.
• PNAE (PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR) – Suprir
parcialmente as necessidades nutricionais dos discentes, com vistas a
melhorar o rendimento escolar, contribuindo para diminuir a evasão e
repetência, favorecendo assim a formação de bons hábitos alimentares em
crianças, adolescentes e adultos, primando, ainda, pela economia local,
principalmente a agricultura familiar. Os recursos do PNAE são oriundos do
governo federal, por intermédio do FNDE, que os deposita em conta única da
entidade executora e especificar do Programa Nacional de Alimentação
Escolar.
• PAGUE (PROGRAMA DE AUTOGERENCIAMENTO DA UNIDADE
ESCOLAR) – A Secretaria Estadual da Educação e da Cultura – SEEC\RN,
através do Fundo Estadual de Educação – FEE\SEEC\RN, cumpre a missão de
orientar os diretores/presidentes das unidades executoras (Caixa Escolar) no
sentido da correta utilização dos recursos financeiros do tesouro estadual,
transferidos diretamente à Caixa Escolar da Escola Estadual conforme
27
determina a Lei 8.398 de 17 de outubro de 2003 que dispõe sobre a gestão
diretamente pelas escolas, das dotações consignadas no orçamento da
educação e destinadas à manutenção das respectivas unidades escolares.
• PNLD (PROGRAMA NACIONAL DO LIVRO DIDÁTICO) – Programa
oriundo do ME através de parceria SEEC. Onde o mesmo tem como objetivo
suprir o uso didático dos alunos da referida rede.
• PSE – Visa conscientizar todos os segmentos da escola a “cuidar”
melhor da sua saúde.
• PACTO – Todos os envolvidos no processo ensino aprendizagem das
crianças com 9 anos de idade lendo, escrevendo e interpretando, ou seja,
alfabetizada e reflexão, mais profunda é pensar sobre a Função Social da
Escola, independente de suas modificações no decorrer da história, a escola
foi à instituição que a humanidade em seus tempos históricos criou para
socializar o saber sistematizado.
2º A 18 19 19 100% - - -- -- - -
3º A 25 24 24 100% - - --- - -
4º A 24 27 23 95,8% 04 4,2% - - - -
Nº
TURMAS M. M. Nº Nº
% % ALUNO % Nº ALUNOS %
INICIAL FINAL ALUNOS ALUNOS
S
28
QUADRO DE RENDIMENTO DO ENSINO MÉDIO - 2017
MATRÍCULAS APROVADOS REPROVADOS TRANSFERIDOS ABANDONOS
Nº
TURMAS Nº Nº Nº
M. INICIAL M. FINAL % ALUNO % % %
ALUNOS ALUNOS ALUNOS
S
2ª A 34 35 32 91,4% - - 03 8,5% - -
2ª B 32 31 21 67,7% 10 32,2% - - - -
2ª 31 36 21 58,3% 15 41,6% - - - -
DIFERENCIADO
3ª A 35 39 31 79,4% 08 20,5% - - - -
3ª 27 26 18 69.2% 07 26,9% 01 3,8% - -
DIFERENCIADO
TURMAS Nº Nº Nº Nº
M. INICIAL M. FINAL % % % %
ALUNOS ALUNOS ALUNOS ALUNOS
Nº
TURMAS Nº Nº Nº
M. INICIAL M. FINAL % ALUNO % % %
ALUNOS ALUNOS ALUNOS
S
29
QUADRO DE RENDIMENTO DO 1º AO 5º ANO - 2018
TRANSFERIDO
MATRÍCULAS APROVADOS REPROVADOS ABANDONOS
S
TURMAS Nº
M. Nº Nº
M. FINAL Nº ALUNOS % % ALUN % %
INICIAL ALUNOS ALUNOS
OS
1º A 21 21 20 95,2% - - 01 4,7% - -
3º A 22 25 23 92% - - 02 8% - -
4º A 29 29 21 72,4% 08 27,5% - - - -
5º A 26 27 24 88,8% 03 11,1% - - - -
GERAL 96 102 88 86,2% 11 10,7% 03 2,9% - -
Nº
TURMAS M. M. Nº Nº
% % ALUNO % Nº ALUNOS %
INICIAL FINAL ALUNOS ALUNOS
S
Nº
TURMAS Nº Nº Nº
M. INICIAL M. FINAL % ALUNO % % %
ALUNOS ALUNOS ALUNOS
S
1ª A 42 40 30 75% 08 20% - - 02 5%
1ª B 33 36 21 58,3% 12 33,3% 02 5,5% 01 2,7%
1ª C 36 36 15 41,6% 13 36,1% 03 8,3% 05 13,8%
1ª 42 46 15 32,6% 29 63% 02 4,3% - -
DIFERENCIADO
30
QUADRO DE RENDIMENTO ENSINO MÉDIO EJA 1º SEMESTRE - 2018
MATRÍCULAS APROVADOS REPROVADOS TRANSFERIDOS ABANDONOS
TURMAS Nº Nº Nº Nº
M. INICIAL M. FINAL % % % %
ALUNOS ALUNOS ALUNOS ALUNOS
Nº
TURMAS Nº Nº Nº
M. INICIAL M. FINAL % ALUNO % % %
ALUNOS ALUNOS ALUNOS
S
31
9 – REFERENCIAS
BRASIL, Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB). Nº 9394/96.
BRASIL, Padrões Mínimos de Qualidade do Ambiente Escolar, Fundo de
Fortalecimento da Escola FUNDESCOLA / MEC.2006
CONSTITUIÇÃO, da Republica Federativa do Brasil. Revista dos Tribunais: 2013.
VEIGA, Ilma. Passos Alencastro. (Org.) Projeto político-pedagógico da escola: uma
construção possível. 23. ed. Campinas: Papirus, 2001.
_______ (Org.). Escola: Espaço do Projeto Político pedagógico. Campinas, SP:
Papirus, 1998.
[2] Jakob NIELSEN. Como os Usuários Leem na Web. Revista eletrônica Conecta
22/02/2003. Disponível em http://www.revistaconecta.com/conectados
/nielsen_como_usu
32