Q uantas vidas já vivemos? Algumas certamente. No próximo ano este espaço fará vinte anos. E nele já couberam muitas histórias, muitas palav...
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O meu ventre é uma engrenagem
« O meu ventre é uma engrenagem em constante acelerar. Rostos passados destruídos no metal fundido, gasto, a esmorecer. Cada novo membro no ...
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Cécile Seraud - Psykhé (2025)
1. Orphée 2. Two hearts in New Zealand 3. Flying soul 4. Hurt 5. Back home 6. Le papillon de nuit 7. Barcelone mon amour 8. I love your smil...
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Amanhã as nossas pétalas serão os números
« Húmidas. As narinas reconhecem o orvalho das matas ainda frescas das chuvas das últimas semanas. Os dedos tocam na terra molhada, argila a...
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Caminhando cego entre fantasmas
« Não necessitamos de visão quando sabemos a origem de qualquer pensamento proferido por outrem. E assim caminhamos no abismo, ladeados de f...
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Do desconforto permanente
« A ruína nasce primeiro de uma percepção, de um incómodo impreciso. Pouco depois, transforma-se em certeza por ausência de chão, do inesper...
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Projecto Cellophane no Spotify
S ervindo de complemento aos podcasts partilhados por aqui, podem desfrutar de uma lista (em permanente construção e actualização) de mús...
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