Não é metáfora – é fogo.
Quando me olhas assim, o corpo entende
e já não há tempo para a espera. Quero-te perto!
Quero a tua presença a roubar-me o ar,
a tua voz feita de sussurros,
esse segundo exacto
em que tudo em mim já cedeu.
És o sonho que nunca ousei sonhar,
porque contigo, o desejo é urgência,
é vontade que pulsa, que aperta,
que pede agora!
não me peças contenção.
Há encontros que não nasceram
para ser pensados – nasceram
para acontecer!
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